Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

(A)Riscar o Património

Na Quinta do Monteiro-Mor (?) Jardim do Museu do Traje, a propósito do Dia Mundial do Património, a que os USkP aderiram.
Seria uma entrada secundária?

Ceci n´est pas un chien


Casa Xangai na Av.da Liberdade
 

Galway com Inma Serrano e a bebé Sophia

  


Irlanda. País do meu coração, onde me sinto verdadeiramente em casa. Estar lá é já para mim uma experiência única.
Ir a um workshop com a Róisín Curé, a Inma Serrano e o Miguel Herranz, alguns dos meus urban sketchers preferidos, multiplicou por mil o prazer da minha experiência.
E ir conhecer Galway foi o paraíso, sobre esta já tão rica expectativa.
Isto aconteceu em Julho deste ano.
Fizemos vários exercícios no workshop de três dias, mas este exercício, sobre o qual tive muitas dúvidas à medida que o ia fazendo, representa para mim a fusão entre a minha motivação e o que fui encontrar.
Feito numa das formações dadas pela Inma Serrano, e começando com muita luz para finalizar neste intenso claro/escuro, representa o que para mim é essencial no urban sketcher, e no que quer que se faça nesta vida, a dimensão humana. 
Este pai levou a sua filha ao pub, que em Galway, e neste pub em particular, é um lugar de grande harmonia, onde se fazem amigos e cujo ambiente é quase como a nossa sala de estar.
Nunca vi uma expressão igual de carinho e amor profundo de um pai que leva a sua filha a apresentá-la no seu ambiente de amizade.
O desenho começou com muita luz, que fui retirando, até retirar importância a tudo o resto e eles se tornarem o motivo principal do desenho.

Inicialmente resultou estranho para mim, por todo o negro que raramente utilizo e que aqui tomou forte presença, mas toca-me muitíssimo quando me lembro da impressão que eles me transmitiram. Luz, foi o que vi neles. Luz e amor.

E o conselho da Inma... que las líneas se conecten entre sí!

a Riscar o Património_ 2017_ Castelo Branco_Serra da Gardunha. Desenhos de João Rui Frade





Museu do Azulejo e Teatro Ibérico



(a) Riscar o Património


 
 


Que grande dia. Local com tanto para desenhar. Acima de tudo a partilha e as conversas.

Ficam os dois desenhos que lá fiz.

(a)Riscar o Património/Heritage Sketching #01

Quando chegámos ao início do trilho (do Vulcão do Fogo) a lagoa mal se via e parecia fazer jus ao alerta amarelo recentemente anunciado. Pouco tempo depois o sol mostrou-se e o risco de chuva tinha desaparecido, senti-me uma anfitriã especial por ser uma grande sortuda.

A última vez que desci à lagoa do Fogo pareceu-me muito mais suave e fácil. Os degraus - atualmente - existentes têm um espelho muito alto o que obriga a um esforço razoável na descida e maior ainda na subida.

(Aguarela, grafite, carimbo, lápis de cor e caneta caligráfica)                                                         «in situ»

Siza Vieira




Vila Maria Luísa


Kaika, miau...




Nazaré


a Riscar o Património_ 2017_ Castelo Branco_Serra da Gardunha. Desenhos de Jorge Portugal



(a) Riscar o Património 2017, em Torres Vedras

No Encontro anual, (a) Riscar o Património, desta vez, fomos visitar Torres Vedras, num encontro organizado pelo André Duarte Baptista, pelo Municipio, pela Cooperativa de Comunicação e Cultura e teve como parceiros a D.G.P.C., os USKPT, a Quinta da Folgorosa, o Centro de Dia de Dois Portos e Camôes (Buligueira), e Associação de Socorros e a União de Freguesias de Dois Portos e Runa.  Fomos de camioneta da C.M. de Torres Vedras, para a Quinta da Folgorosa, onde fomos muito bem recebidos pelo Engº. José Milícias, que explicou tudo sobre a origem da Quinta e a sua história até aos dias de hoje, assim como a forma de vinificação do vinho.
Depois fomos desenhar. Foi-nos oferecido o almoço, pela Junta de Freguesia.


O moinho e as vinhas, que estão nos rótulos dos vinhos.
De tarde fomos desenhar no Santuário Nossa Senhora dos Milagres.

A vista de uma das partes laterais do Santuário Nª Srª dos Milagres.




segunda-feira, 25 de setembro de 2017

(A) Riscar o Património Torres Vedras II

A manhã terminou com uma excelente prova de vinhos e um almoço cheio de convívio e alegria. Da parte da tarde fomos até à Ermida da Nossa Senhora dos Milagres um local muito inspirador. Fui à descoberta e o meu primeiro desenho foi feito lá em baixo na fonte.

Depois de terminar o que custou mais foi voltar a subir até à Ermida.
E quando cheguei cá a cima a Rita já estava a terminar o segundo desenho. A lição da manhã estava a dar frutos.



Desenho 1 - Rita Procópio (11anos)
Desenho dois: Rita Procópio (11 anos)

Terminamos o segundo desenho em conjunto e depois fomos explorar as traseiras da Ermida.
A tarde estava a amena e ainda deu para fazer mais uns desenhos.



Faltam os desenhos da Inês e da Júlia. Desta vez desenhou a família toda.


(a)Riscar o Património, Lisboa


(a)Riscar o Património 2017


Pela primeira vez, aconteceu o (a)Riscar o Património em Vila do Conde. Muitas potencialidades tem aquela cidade, e belíssimos desenhadores também. 




Ecolines



(A)Riscar o Património

Esta porta, semi-entaipada, foi o primeiro desenho que fiz para o (A)Riscar o Património 2017, no Museu do Traje.

Lisboa Oriental

No encontro "Lisboa Oriental", fomos desenhar o Armazém Vinicola "Abel Pereira da Fonseca", na Praça David Leandro da Silva.

Um edifício centenário.